O método parking
Atualizado em 1 de novembro de 2026 · 3min read
O método parking é acabar uma cor dentro de uma zona pequena e trazer essa linha ao quadrado seguinte onde ela faz falta, deixando-a à espera. Deixa de rematar e recomeçar a mesma cor de poucos em poucos pontos. Também deixa de criar furos que depois custam a preencher.
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Trabalhe um bloco de 10 por 10
Marque a grelha no tecido, ou pelo menos comprometa-se com um quadrado grosso do gráfico. Fazer parking do retrato inteiro de uma vez é como se chega a quarenta agulhas e a um nó. Comece com um bloco e duas ou três cores.
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Borde uma cor até onde este bloco chegar
Complete cada quadrado desse símbolo a que consiga chegar sem saltar um furo de que se vai arrepender. Um furo, aqui, é um quadrado vazio já rodeado de pontos. Esses custam mais a entrar com limpeza. As notas de parking da Scarlet Quince giram à volta de evitar esse furo.
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Deixe a linha no quadrado seguinte
Procure o próximo quadrado por bordar do mesmo símbolo, neste bloco ou no de baixo. Saia no canto onde esse ponto vai começar. Deixe a linha na frente. Não faça parking a dez centímetros. Um parking longo é só um transporte, e vê-se.
Cada linha em parking já está no furo seguinte. - 4
Retome uma linha em parking quando lá chegar
Quando a fila chega a uma linha que espera, essa é a sua agulha. Borde e volte a deixá-la mais à frente. Há quem deixe uma agulha em cada cor em parking. Outros mudam uma só agulha. As agulhas em cada linha emaranham-se menos se os comprimentos ficarem curtos e varridos para um lado.
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Remate uma cor que já saiu da zona
Se o símbolo não volta neste bloco nem no seguinte, remate-o por baixo dos pontos. Não o deixe «para depois» através de um rosto ou de um céu. As cores de pontos isolados, sobretudo, devem rematar-se quando o ponto seguinte não é vizinho.
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Saiba quando bordar por cores
Bordar por cores (cross-country) é fazer uma cor inteira numa zona e só depois a seguinte. É mais calmo num gráfico com manchas grandes: um céu, um casaco, um fundo de três cores. O método parking justifica a confusão nos pontos isolados e nos gráficos de foto. Pode misturá-los: o fundo por cores e o rosto detalhado em parking.
Bordar na diagonal é uma terceira opção
Há quem trabalhe filas na diagonal para cada cruz nova partilhar um furo com uma já feita. É outra forma de evitar furos. Não é obrigatório. Escolha um método por projeto e fique com ele tempo suficiente para o julgar.
O avesso continua a importar
O parking não dá licença para arrastar linha por todo o lado. Se o transporte atravessasse tecido vazio, remate a linha. A Aida clara mostra tudo o que se esperava que a moldura escondesse.
Fontes
- Tutorial do método parking (PDF) — Scarlet Quince
- 10 coisas essenciais antes de começar o ponto cruz — Embroiderers’ Guild of America
- DMC Mouliné Spécial: seis fios, 8,7 jardas, não destinge — DMC
Faça parking dentro de um bloco que consiga ver
As linhas grossas de 10 do gráfico são os blocos em que se deixa a linha.
Como ler um gráficoPerguntas
- O parking é mais rápido?
- Num gráfico cheio de pontos isolados, sim, porque se deixa de reenfiar. Num gráfico simples, bordar por cores é mais rápido e o avesso fica mais limpo.
- Quantas linhas em parking são demais?
- Se não distingue que linha pertence a que furo, são demais. De três a oito é um intervalo habitual para aprender. Há quem leve dezenas. Não tem de ser assim.
- É precisa uma agulha por cor?
- Não. Uma agulha que passa de linha em linha funciona. Uma agulha por cor é uma comodidade, e um custo.
- Posso fazer parking com um gráfico no telemóvel?
- Sim. O método é sobre a linha no tecido. Marcar o gráfico, em papel ou no Workspace, é outra coisa.